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Archive for the 'nbp' Category
És tão técnico(a)
Canetas derrubam muros
http://devolts.org/rituais.jpg
imprima!??
descartografia-partitura
para rituais pós digitais cantando um folclórico mundo do utópico versus distópico…
é a
Ressurreição do Palito de Fósforo
A confusão das línguas não deixa margem para o rio das dúvidas banhar a ouro e verde as esperanças de todos nós
http-equiv="content-type">
a justa razão aqui delira
leminski – fragmento do catatau
pg 34 ed. sulina
leitura eletrônica em inglês – catataulido.ogg
“Preserva-se do real numa turris ebúrnea; o real
vem aí, o real está para
Todo o tiro é susto
cuidado -
esperanças dos
Rovlox diz fruto
toupinamboults e tamanduás;
outras raridades urânicas
pousada em cada
aiurucatinga, um tuim, uma
araracá, uma araracã, um araracanga,
catálogo de caapomonga, caetimay, taioia,
tudo morto!
já
com o nome na testa dentro
com uma dízima periódica por
é diurético, esse é
antisséptico,
Subtropicalismo Tardio

NBP largado à deriva na Cachoeira dos Descartógrafos, desviante de uma planejada rastreabilidade de circulação. Sem destinatário e/ou com destino incerto – na eterna atemporalidade do meio-dia (o videoregistro assim o imortaliza, provisoriamente). O idílico ambiente – sem olfato – onde o não-objeto sumiu do mapa: 6m de queda d’água num bairro de Curitiba, cachoeira secreta, desacreditada, duvidada ao ponto cego de lenda urbana, não-lugar. Sítio florestal mestiço de mata atlântica, araucárias e plantas exóticas; fragmento subtropical na internet. Situação aberta ao redescobrimento, no desafio da comprovação do ver pra crer, do percurso por trilhas reais. A Odisséia de fluxos indefinidos repousa no sumidouro geográfico, túnel do tempo e submidialogia dos fatos. Relato do Eldorado, imagem do Paraíso: desejo de lugar utópico com o qual todos ou muitos querem se relacionar. O não-objeto cai na real da ficção, habita o mito do acaso, desloca-se da segurança nominada do circuito de arte, onde é autoridade e até fetiche, para a concretude da natureza & território do imaginário, espaço onde a experiência pode estar desvinculada de uma expectativa prévia, ser surpresa pura e simples. Da cultura ao caos. Matéria-mistério sem rumo. Perder-se e achar-se, no encontro com o outro: vizinhos e internautas existem. Os dados do não-sei-o-quê specific estão lançados. Um não-lugar para o não-objeto, mas não um não-lugar para não-relações, pois restam bases, relacionais, e desejam-se outras, e outras mais virão mesmo sem serem desejadas, à sorte dos acontecimentos, à revelia de monitoramentos, ao destino das dúvidas. É a vida. E agora, desejou-se a incerteza, para encontrar-se, quem sabe, ou para ir além. Será o NBP resgatado e reinserido num circuito de arte? Estaria ele perdido para sempre na lembrança da última aparição? Tornou-se memória de um desejo de lançar-se ao desconhecido? O abismo e o buraco negro cruzaram sua órbita?
Cosmogonia da deriva: NBP na Cachoeira dos Descartógrafos. Meio-dia, Memelucovich.
restam bases e/ou mapa da Cachoeira dos Descartógrafos
Segundo uma conhecida lenda urbana de Curitiba, existe dentro de seu perímetro urbano e central uma cachoeira escondida. Lá, aguardando pelo momento em que terá suficiente eloqüencia para sustentar as bases de um discurso produtivo sobre as bases desta experiência, o nosso herói nbp, aguarda por bases que ainda restam para isso E/OU quem sabe alguma nova base para seguir seu rumo a fragmentação de seu discurso num simulacro de genêro.
Deixando em aberto a posibilidade de circulação do “objeto” em um ponto cego dos mapas, queremos aqui provocar discussões sobre a imaterialidade da experiência, intagilibilidade entre os elos da tal “corrente”.
Reclamamos a relação de continuidade e relacionamentos que a rede que ele gera poderia potencialmente proporcionar, e que é desviada pela discussão em que sua forma plástica, conceito e relação com autoria e mesmo sua potencia semiótica eloqüente o coloca quando inevitavelmente é documentado como “objeto artístico”.
A pergunta: “Você quer participar de uma experiência artística”? Nos parece de resposta muito óbvia: Não tenho mais escolha, portanto reclamo viver simplesmente a experiência e dela tentar gerar caminhos para nossas buscas.
Na medida que essa pergunta me faz mínimo de sentido (quase em seu caráter puramente sintático) eu já não tinha mais escolha. Eu fui esmagado por um significado múltiplo de algo que quer se impor como simulacro de uma matriz de simulacros e a tal forma torna-se fractalmente infinitesimal.
Como escapar da fetichização que o objeto finge ser adverso (com sua “plástica” supostamente austera, que harmoniosamente muta-se em sua “beleza”)?
Um amigo disse sabiamente que a melhor estratégia possível para ignorar este objeto como forma seria “reduzi-lo” ao seu lugar original de “escultura”.
Por que não o fizemos? Por que o simulacro nbp se instaurou? Porque o grande êxito do NBP é justamente sua potencia de vertigem. Amamos odiar o NBP.
Apesar de nos sentirmos oprimidos pelo nbp, estamos interessados nas tais Novas Bases para Personalidade.
Queremos a utopia de que vocês existem além desse objeto. Ele não é feio, ele não é belo, ele não é curioso, ele não é arte, ele não é nada. E nem o fato de poder ser afirmado que isso já nos era dado como conceito pode nos oprimir. Negamos qualquer autoria ou epistemologia “artística” sobre essa idéia. Queremos estar além do jogo de conceitos. Queremos traçar nossos próprios mapas .
Nem mais um suspiro pelo objeto ou pelo “objeto-conceito”. Você que aí que existe em si, é algo que almejamos. Queremos compartilhar nossas vertigens.
Por que eu gostaria de participar dessa experiência “artística” tentando trazê-la para além desta? Para reclamar um lugar de potencial simbólico para nossas epifanias como afirmação de realidades em comum, independente de institucionalizações, documentações e qualquer tipo de simulacro.
Quem é o “objeto”? Aquele que “usa” o NBP é usado por ele.
Negamos a existência do NBP. Quem existe somos nós. Solicitamos a presença de todos os envolvidos. São estes que nos interessam.
Queremos uma experiêcia muito mais que artística.
Sejam bem vindos.

E se Faltam Bases ?
nos galhos das árvores onde as palavras estão presas;
todos os jamais são sombras…
no meu braço que formiga adormecido
sobre o corpo que estanca o sangue;
o sangue não palavra,
e sim seiva
—->
Ok,
registros circunscritos. simulacros arrotam.
continuo tateando.
(restam bússolas? http://poeticasexperimentaisdavoz.wordpress.com/2007/09/11/ja-i-kant-wear-you/ )
Não sei mais quem são vocês, quem somos nós e nem quantos.
Gosto dessa ilusão de presença de uma rede de tateantes.
Pólos que atraem a bússola. Gira, eppur si muove.
Gostamos de pensar nosso “trabalho” sobre uma dimensão não-utilitarista, além da sobrevivência e consumo, além da sua coopção institucional.
Seremos capazes de ir além dessa relação de significação laboriosa?
Puxe o tapete das bases, resta um chão de onde a gravidade quer esmagar a personalidade.
Temos Personalidades a operacionar – além do objeto vão encarnar?
4 operações básicas – somar, multiplicar, subtrair, dividir?
(e/ou)
Além do limite tendendo a zero e ao infinito, uma nova integral ou derivação?
Recondicionar ESTE plano cartesiano.
além dos 3(você-eu-objeto) ou além dos X(com cópia) existem novas bases?

Uma dimensão de relações sociológicas, geográficas e psicológicas de interdependências para QUANTAS sobrevivênciaS (até quando). Uma base somática para um artifício de fundações simbólicas de um “novo” imaginário.
Você gostaria de participar de uma experiência?
talvez não tenha + – * / escolha.
o objeto será serrado, fragmentado, fundido, repersonificado entrará na dimensão do juízo de valor em si próprio e ainda assim não responderá a questão cartesiana.
restam planos?
RB, em P.

faltam bases
nos galhos das árvores onde as palavras estão presas;
todos os jamais são sombras…
no meu braço que formiga adormecido
sobre o corpo que estanca o sangue;
o sangue não palavra,
e sim seiva

http://www.nbp.pro.br – uma experiência künstlerischen

.
.
.
.
.
Ok,registros circunscritos. simulacros arrotam.

continuo tateando.
(restam bússolas? ???? )Não sei mais quem são vocês, quem somos nós e nem quantos.
Gosto dessa ilusão de presença de uma rede de tateantes.
Pólos que atraem a bússola. Gira, eppur si muove.
Gostamos de pensar nosso “trabalho” sobre uma dimensão não-utilitarista, além da sobrevivência e consumo, além da sua coopção institucional.
Seremos capazes de ir além dessa relação de significação laboriosa?
Puxe o tapete das bases, resta um chão de onde a gravidade quer esmagar a personalidade.
Temos Personalidades a operacionar – além do objeto vão encarnar?
4 operações básicas – somar, multiplicar, subtrair, dividir?
(e/ou)
Além do limite tendendo a zero e ao infinito, uma nova integral ou derivação?Recondicionar ESTE plano cartesiano.
além dos 3(você-eu-objeto) ou além dos 7(com cópia) existem novas bases?
Uma dimensão de relações sociológicas, geográficas e psicológicas de interdependências para QUANTAS sobrevivênciaS (até quando). Uma base somática para um artifício de fundações simbólicas de um “novo” imaginário.Você gostaria de participar de uma experiência?
talvez não tenha + – * / escolha.
o objeto será serrado, fragmentado, fundido, repersonificado entrará na dimensão do juízo de valor em si próprio e ainda assim não responderá a questão cartesiana.
restam planos?
RB, em P.
http://organismo.art.br/blog/?cat=30
login: rb.restambases@gmail.com
senha: 814fh2_rb
foi (é) no sentido de que algo desta conversa seja enviado ao site do projeto, para um acesso ampliado àqueles que têm acompanhado (aqui, lá fora, etc) aquela conversa em torno do tal “objeto + projeto”.
nestes emails em circulação circular os tópicos ficam em torno das “comunidades dos senhores NBP” – sugiro ampliação e envio de algo a
Username: rb
Password: f099957
http://organismo.art.br/blog/wp-login.php
( x ) pode ser
( x) já é
( x) u
abraços,
RB.

Grande, mas não dois

O galo Gonzagão, fruto de experiências de seleção genética, após ter sido expulso da vizinhança pelo seu canto matutino imponente, chegou às manchetes dos jornais. Entretanto, sua alegria não duraria muito: do puleiro do estrelato, acabou se dando mal e o destino não poderia ser mais cruel. Numa briga de galo foi assassinado por um franzino e raquítico frango anônimo. Ao contrário do galo Índio (foto abaixo), jamais cacarejou pelas bandas da internet.

eu: dae,
rb: fala
22:25 eu: boas novas?
rb: sim
ajudem a divulgar
eu: o nabupe
rb: sim
22:26 eu: já tá na mídia
rb: to vendo
eu: pitou de galo
rb: hehe
agora vai
eu: franzino,mais parecia uma saracura
22:27 mas sonoro – metal
rb: soou bem?
gostei muito do video
eu: segundo a vizinhança era bom, porém demasiado cedo
22:28 começaram a jogar água quente pela goela
rb: acordou a vizinhaça?
eu: nem deixava ela dormir
22:29 segundo as galinhas d’angola
22:30 apesar de fotografado, mas muito mal retratado
rb: abraço lúcio
eu: valeu rb
rb: até
Rb
login: rb.restambases@gmail.com / senha: nbpnbpnbp
18:19 rb.restambases : ola
restam bases
eu: buenas
habla hombre
rb.restambases: estou mandando um email
18:20 eu: opa
rb.restambases: conctando as propostas de novas bases
eu: massa
ta chegando?
rb.restambases : foi
18:21 eu: blz
vou abrir
rb.restambases: ok
minha senha é nbpnbpnbp
é só entrar
abraço
eu: valew
rb.restambases: té mais
eu: abraço
18:22 não chegou
rb.restambases: hmm desculpe
faltaram bases
eu: hehe
18:24 rb.restambases: pronto
eu: opa chegou!
18:25 Tem um amigo meu
que tem uma companhia de teatro
ja bastante antiga aqui na cidade de ctba
18:26 que se chama nbp
rb.restambases: opa
deve haver alguma conexão com as bases
eu: É Nautilio (o B bão tenho certeza ) Portela
18:27 rb.restambases : de qualquer maneira NBP ![]()
eu: sim, de certeza
rb.restambases: Você gostaria de participar de uma experiência artística?
eu: NBP produções teatrais
ja dei olink
hehe
18:28 rb.restambases: basta levar pra casa o seguinte objeto
(NBP)
posso documentar esse processo?
eu: sim, tenho participado com a orquestra
no e/ou
vou te passar
18:29 o curriculum da produtora do nautilio
guenta que3 eu vou pedir pra ele
rb.restambases: a NBP?
eu: sim
existe a mais de 20 anos
muita peça feita
aqui na cidade
18:30 rb.restambases: Existem mais peças de NBP circulando?
eu: durante esses 20 anos
a NBP realizou muitas peças
18:31 rb.restambases: então era uma boa eu te passar o login e senha, pra você documentar sua experiência artística com NBP.
eu: sim
assim que eu tiver a lista delas
vou subindo
nbp por nbp
rb.restambases: ok
login: rb.restambases@gmail.com
senha: 814fh2_rb
18:32 no site
http://www.nbp.pro.br
eu: hehe
massen
rb.restambases: tem também em
18:33 http://nbp.organismo.art.br
la é só clicar na interrogação
e logar com
user:RB
18:34 login:nbpnbpnbp
eu: divertido
rb.restambases: de qualquer maneira não esqueça de documentar
eu: pó dexa
jamais perdemos um documentosinho
z
18:35 rb.restambases: precisamos amarrar o conceito e criar pra ele um sentido que realmente compense nosso tempo investido
eu: de que maneira?
rb.restambases : isso
poderia começar documentando essa pergunta
eu: ja tá
p- google fez isso por rb
18:36 rb.restambases: vou enviar a proposta dessa discussão para os outros interessadfos que no momento estão com NBP em mãos
eu: opa
maravilha
rb.restambases: o google é só um robô
nós vamos contextualizar
eu: necas
ótimo
19:37 ta no teu mail
19:38 rb.restambases: isso
vou repassar a conversa
um bom começo
eu: blz
sobe lá
rb.restambases: grande abraço
eu: outro
19:39 rb.restambases: não esqueça também de divulgar minha senha:
eu: opa
rb.restambases: rb.restambases@gmail.com
eu: gostei da ideia
rb.restambases: senha:nbpnbpnbp
eu: vou circular
rb.restambases: isso
NBP
tem que circular
mas nao deixe de documentar ok?
eu: não
rb.restambases: você ja tem as senhas.
eu: jamais esquecerei
pode deixar
rb.restambases: obrigado por sua colaboração
19:40 eu: valew rb
telecurso 3o grau: Toscolão
Descartógrafos!
Excelente video da Vasssssss com a mais pura descartografia e suas novas bases:
– “Máscara Libertária” -
(RB, VvVanderlyne e Vitoriamario)
A galera vai no cinismo
Mas restam Bases
Para Novas Bases
Da personalidade
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
¡DESCARTOGRÁFOS!
nbpé como inseticida
Por outro lado ela nos interessa. Não podemos deixar de reparar em sua vestimenta.
Desde sempre disfarçada, nos atemos a observar sua aparência, Vazio.

restam bases
em casa de marrom há muita aranha madeira
nbpé agindo sobre a aranha marrom albina
restam bases
rb

o espaço: dentro e fora

caso clínico (biotransformação psicofarmacológica)

Sua mãe
O havia trancado
num quarto escuro após ter feito arte…(…)
seu tio jogara uma galinha que se debatia no quarto escuro e pequeno
e ainda por cima acendia um fósforo dentro da boca
parecendo um fantasma.
Perdeu o controle das pulsões;
PORÈM foi salvo por uma Mão, que percebeu que não mais chorava baixinho como o costumaz.
FJ+7=NBP
Ta aqui seu buraco, enxada.
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