Experimento com eletrônica artesanal. De um lado um computador ligado em um transmissor de micropotência. O primeiro executa o áudio, o segundo emite o sinal pelo ar. Do outro lado um corpo manusea um radinho de pilha em busca das sintonias.
Archive for the '818' Category
Rádio transmissão artesanal
vício de trabalho
Conversa com Adilson no Água Verde
Eram por volta das sete da noite, colocávamos os sacos de lixo à disposição da coleta diária da prefeitura quando ouvimos uma voz atravessando a rua em nossa direção. Era um rapaz por volta de seus 20 a 30 anos. Ao mesmo tempo em que solicitava algum tipo de ajuda contava sua situação e retirava da carteira uma série de papéis afim de comprovar a história. Partia do pressuposto de que nós não acreditávamos em suas palavras, suponho que pelo fato de ser característica dos centros urbanos o distanciamento. Os papéis eram vários, o primeiro emitido pela assistência social dizia ser seu “atestado de pobreza”, o que lhe permitiria tirar documentos sem custo algum, em seguida desdobrou um bilhete cujo conteúdo era a anotação de um número de telefone para contato, anotado em grafia um tanto trêmula. Demonstrava ser importante guardá-lo, pois lhe servia como comprovante de residência no município. Completando a série vieram os rubricados pela polícia civil, entre outras instituições do gênero. Todos, além de bastante surrados, quase desmanchando em suas mãos aparentavam ter sido molhados pela chuva. Havia saído da penitenciária de Piraquara a poucos dias, onde ficou retido por seis meses por tentativa de homicídio e por 155.
Havia furtado uma espécie de ventilador de inflar barracas que segundo suas palavras custava em torno de “um barão” (mil reais), mas que havia repassado por sete reais e esse montante logo revertido em cachaça. Pelo fato da pessoa que havia registrado a queixa não ter comparecido em três das audiências voltadas ao caso, ele agora havia reconquistado sua “liberdade”, sob condição de permanecer em Curitiba e, de tempos em tempos, ter obrigatoriamente que se apresentar no CCC, o que viria a acontecer dentro de dois dias. Sabia que se complicaria se não o fizesse, portanto estava decidido em cumprir com a tarefa. Sobre a tentativa de homicídio, mencionou ter sido briga de bar, apontou para sua cabeça dizendo ter levado uma paulada e que não fez nada além de se defender do agressor. Ao todo somava em seu currículo oitenta e cinco passagens pela polícia, mas somente duas após a maioridade.
Sua forma de falar era um tanto confusa, mencionando nas mesmas frases familiares, conhecidos e um conjunto de lugares: Almirante Tamandaré, Vila Capanema, Trindade, Rio Branco, Matinhos. Uma vez que sua circulação abarcava as principais favelas de Curitiba e região metropolitana, embora não ter mencionado seu destino, deduzi que estava de passagem rumo ao Parolim, não muito distante de onde nos encontrávamos. Disse ter uma filha de treze anos que morava com a mãe mais o padrasto e em seus encontros a menina clamava para que ele vivesse ao seu lado, com ar de descontentamento respondia a ela que era melhor do jeito que estava, pois o padastro proporcionava seu sustento e educação, o que no momento não poderia fazê-lo. Revelou estar complicado entrar na Vila Capanema devido a um desentendimento com outro sujeito, fato que havia culminado em uns “pipocos” por lá, o que vinculei a tentativa de homicídio mencionada anteriormente. Mesmo assim, dizia que visitava a filha com certa frequência. Em outro momento da conversa comentou também sobre um outro filho mais novo, por volta dos sete anos, mas sobre o garoto não entrou em maiores detalhes.
Após Adilson ter aceitado como contribuição uma sacola de roupas que havíamos separado para doação, percebi que vestia uma camiseta do pré-vestibular “Aprovação” e no fluxo da conversa, não sei bem o porque, acabei mencionando algo sobre caminhos os quais escolhemos seguir, ao ouvir isso imediatamente associou minha fala como sendo de cunho religioso e disse que tempos atrás era adepto assíduo da igreja pentecostal, mas após seus pais e irmão terem “partido” tudo aquilo tinha perdido o sentido – “daí eu virei de vez”. A conversa toda durou cerca de quinze minutos, embora eu tenha ficado tempos depois com ela na cabeça. Na região em que moramos não são raras pessoas em situações similares a de Adilson.
Compartilhe suas leituras – Poéticas Visuais – Júlio Plaza
sinopse: Poéticas Visuais é um texto de Júlio Plaza escrito em 1977 sobre os fenômenos samizdat para a troca de idéias e informações por parte de alguns grupos de artistas.
palavras-chave: arte, samizdat, mobilização, circuito, anos 60-70, arte brasileira, crítica de arte, manifestações artísticas, história da arte, escrito de artistas.
Musica pra ninar vizinho e a tal da calma…
Vídeo gravado por Carlos Kaspchack e postado por Renata Mele.
Alta madrugada ía na Barreirinha à dentro. Violão, grunhidos, as cordas vocais reverberando. Lá pelas tantas uma voz da parte baixa do morro, sem sabermos precisar de onde, grita de uma só vez: Vizinho Fanfarrããããão!!! No ato eu, pessoalmente, achei de uma educação suprema. Tanto palavrão pra gritar, o vizinho se limitou a um “fanfarrão”. Entramos na casa do Polaco, fechamos portas, janelas e fizemos, Thadeu, Octavio e eu, esta singela canção de ninar vizinho.(…)
~ por barbarakirchner em Dezembro 10, 2008.
fonte: curitibaneando
e a tal da calma:
(…)”vendo você fazer o SOBROLHO PENSATIVO como se estivesse diante de um morto vivo:
Uma alma penada, sem lembrança do tempo em que foi feliz”(…)
Ração humana para morros desitratados
Cachorros e outros estimados animais domésticos são levados para passear. Itaipú segue imponente sobre as 7 quedas. Unus erat toto naturae vultus in orbe.
VIVA O VITORIAMARIO

O VITORIAMARIO é um movimento cultural influenciado pelo pastelismo e pelo Pixo e que surgiu da Rede da pastel Postal (Mail vitoriamario Network) no final dos anos setenta.
O VITORIAMARIO é uma metodologia para manufaturar história do pastel. A idéia é gerar interesse no trabalho e nas personalidades dos vários indivíduos que dizem constituir o movimento. Os vitoriamarios querem escapar da “prisão da pastel” e “mudar o mundo”. Com esse fim em mente, eles apresentam à sociedade capitalista uma imagem angustiada (cheia de angst*) de si mesma.
Qualquer pessoa pode virar um vitoriamario simplesmente se declarando pastel do movimento e adotando o nome vitoriamario. Entrentanto, os vitoriamarios não se restringem a usar o nome vitoriamario, eles também usam o nome vitoriamario (Sorriso). Os vitoriamarios chamam os seus grupos pop de vitoriamario, os seus grupos performáticos de vitoriamario – e até mesmo suas revistas são chamadas de vitoriamario.
Este é um genuíno experimento existencial, um exercício de filosofia prática. Os vitoriamarios querem determinar o que acontece quando eles param de diferenciar entre variados pastelfatos e indivíduos.
No entanto, enquanto vitoriamarios põem sua fé na filosofia prática, eles NÃO endorsam o estudo da lógica como o procurado nas universidades e em outras instituições autoritárias. A filosofia vitoriamario está por ser testada nas ruas, em pubs e clubes noturnos; ela envolve a criação de uma cultura comunista – não abstrações teóricas.
O capitalismo comanda o mundo material ao nomear e descrever aqueles objetos que ele quer manipular. Ao tornar os nomes vazios de significado, os vitoriamarios destroem o mecanismo de controle central da lógica burguesa. Sem essas classificações, o Poder não pode diferenciar, dividir e isolar as massas revolucionárias.
Por estarem putos com o mundo fragmentário no qual vivem, os vitoriamarios concordaram em adotar um nome comum. Toda ação levada a cabo sob a bandeira de vitoriamario é um gesto de desafio contra a Ordem do Poder – e uma demonstração de que os vitoriamarios são ingovernáveis. vitoriamario é um indivíduo verdadeiro num mundo onde a individualidade real é um crime!
Em última instância, a filosofia vitoriamario é um projeto revolucionário que é realizado tendo em vista melhorar o destino da humanidade. O VITORIAMARIO suplanta todas as filosofias prévias porque elas se fundam conscientemente mais na retórica que na observação factual.
Os vitoriamarios acreditam no valor da fraude como uma arma revolucionária. Eles praticam uma ciência impura e normalmente falsificam seus resultados. Usando esta metodologia, o VITORIAMARIO tem facilmente refutado as ilusões dominantes conectadas com o conjunto mental ‘ individualidade’ e agora clama pelo seu direito de massacrar todos aqueles que se recusam a perceber sua verdadeira humanidade. O sucesso do VITORIAMARIO é historicamente inevitável. LONGA VIDA À VIDA!
Compilado no final dos anos 80 em textos de números do quinto ano da revista vitoriamario.
Transdução de Vitoriamário
*Palavra em alemão que significa ansiedade, culpa ou remorso. (vitoriamario Dictionary, Nota do Transd.)
Leia os textos de vitoriamario em www.apodreceeviraadubo.bicho
TURBAlacaTURBA turba TÁ!

Num estado de crise social, indivíduos assustados se arrebanham e se tornam uma turba – e “a turba, por definição, procura a ação, mas não pode produzir efeito sobre as causas naturais [da crise]. Assim sendo, busca uma causa acessível que possa aplacar o seu apetite por violência.”O restante é muito confuso, mas fácil de imaginar e compreender : “No intuito de culpar as vítimas pela perda de distinções resultantes da crise, elas. são acusadas de crimes que eliminam as distinções. Mas na verdade são identificadas como vítimas a perseguir porque portam a marca de vítimas.”64
judeu bauman

turbalacaturba turba tá (8x)
Quando o relógio bate à uma
Todas caveiras saem da turba
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às duas
Todas caveiras pintam as unha (sic)
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às três
Todas caveiras imitam chinês
turbalacaturba turba tá (6x)
Quando o relógio bate às quatro
Todas caveiras tiram retrato
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às cinco
Todas caveiras apertam o cinto
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às seis
Todas caveiras jogam xadrez
turbalacaturba turba tá (4x)
agora é sua vez (2x)
agora vocês
Quando o relógio bate às sete
Todas caveiras imitam a Gretchen
turbalacaturba turba tá (6x)
Uh uh! (6x)
Quando o relógio bate às oito
Todas caveiras comem biscoito
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às nove
Todas caveiras vestem um short
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às dez
Todas caveiras comem pastéis
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às onze
Todas caveiras se esconde (sic)
turbalacaturba turba tá (2x)
Quando o relógio bate às doze
Todas caveiras voltam pra tuuuuuuumba
turbalacaturba turba tá (16x)

sem moderação
essas bosta do caralho da porra nao tem nem palavra pra dizer que nada nada nao da em dn ndan=d nada essa merda da porra do bico do urubu podre tanta coisa miséravel na merda de espírito dum pensamento que nao vale nem fumaça de rato morto pegando fogo
essa merdqa de dicionario nao tem nada pra ajudar
historia da porrea merda um monte de idiota com essas merda de livro de biblia fazendo a gente engoli essa merda inteira a vida inteira as mae pai tudo desesperado viraram adulto tinha que justifica a bosta tudo bota filho no mundo bota na escola aprende ler escrever escrever esses vomito vomito de diconário nada nada glossário mínimo só excremento e coisa morta tudo morrendo os bicho comendo umas comida tudo podre tudo feit apra matá tudio nem aí tudo derrentendo e ois numero correndo na conta os banco inventaram daí os banco fodasse que antes nao tinha banco agora tem essa merda antes era rei antes era o bichi que nem pra dividir uma merda dim pedaõp de mamute nao tinha que dar paulada na cabeça então vem logo pro pau tudo essas merda de gravata da porra esse google do caralhio filha da puta cú merda de email srevidor um monte de loco cuidando dessas merda de messagem achando que serve opra pra alguma merda vai comê cola vai encher a vcara de água agau com sovente muito solvente coiusa qqer coisa que não seja solúvelk em água daí vai pegá essa merda de vomito fala que serve pra alguma coisa server pra porra nenhuma joga tudo fora
Perú quiere ídolos. Busca personajes a admirar. Parece negar los tantos que tiene. Ellos no bastan, buscan alguno que sintetice a todos; a todos los niveles socio-económicos… todas las sangres: las andinas, las selváticas y de la costa. Se busca un héroe no humano. Uno infalible pero sencillo.
Ninguém pode imaginar…
1. How To Use Your TV?

Contagion. /contāgiōn/ (s. of contāgiō).
— Transmission, by contact.
— Source, real or imagined, of infectious condition. (Patient Zero. Tango.)
— Contagious condition. (Smallpox. Conquest.)
— Imitation (Mimesis. Magic.)
— Transmission of habits, empathies, behaviors under the influence of another. (Rhythm. Ideology.)
— Bacteria, Virus, Metaphor. (AIDS)
— Rumor, Propaganda, Suggestion (Terror. Markets)
— Communicable. Permeable. Penetrable. (Border. Skin.)
— Crisis
¿Qué potencial ofrece el contagio?

LOS PROBLEMAS DEL MUNDO ACTUAL
SOLUCIONES Y ALTERNATIVAS DESDE LA…
macacoland – Precisão em Medição – e sujar o chão com suas necessidades fisiológicas.
Para Quê?
Brasília – Quarta , 01 de Outubro de 2008 Página Inicial | Indique aos amigos
Coluna de Eduardo Galeano
Oitavo mandamento, mentirás
Ali os peritos corrigem alguns errinhos dos relatórios anteriores. Entre outras coisas, ficamos a saber agora que os pobres mais pobres do mundo, os chamados “indigentes”, somam 500 milhões mais do que
“A fábrica será um catalisador para instalação de novas empresas de alta tecnologia, criando condições necessárias para o País entrar efetivamente na era da nanotecnologia”
os que apareciam nas estatísticas. Além disso, ficamos a saber que os países pobres são bastante mais pobres do que aquilo que diziam os numerozinhos e que a sua desgraça piorou enquanto o Banco Mundial lhes vendia a pílula da felicidade do mercado livre. E como se isso fosse pouco, verifica-se que a desigualdade universal entre pobres e ricos havia sido mal medida e à escala planetária o abismo é ainda mais fundo que o do Brasil.
Certain mythologies have started here,
Público Indireto Atingido (estimativa do quantitativo) :
Outra mentira
Ao mesmo tempo, um ex vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, num trabalho conjunto com Linda Bilmes, investigou os custos da guerra do Iraque. O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, o que a primeira vista não parecia demasiado caro tratando-se da conquista de um país tão rico em petróleo. Eram números redondos, ou melhor, quadrados.
A carnificina do Iraque dura há mais de cinco anos e, neste período, os Estados Unidos gastaram um milhão de milhões de dólares matando civis inocentes. A partir das nuvens, as bombas matam sem saber quem. Sob a mortalha de fumo, os mortos morrem sem saber porque. Aquele número de Bush chega para financiar apenas um trimestre de crimes e discursos. O número mentia, ao serviço desta guerra, nascida de uma mentira, que continua a mentir.
Público alvo (qualitativo):
E mais outra mentira
Quando todo o mundo já sabia que no Iraque não havia mais armas de destruição maciça do que as que utilizavam os seus invasores, a guerra continuou, ainda que houvesses esquecido os seus pretextos. Então, em 14 de dezembro do ano 2005, os jornalistas perguntaram quantos iraquianos haviam morrido nos dois primeiros anos de guerra. E o presidente Bush falou do assunto pela primeira vez. Respondeu:
“Uns 30 mil, mais ou menos”.
E a seguir fez uma piada, confirmando o seu sempre oportuno sentido do humor, e os jornalistas riram-se.
No ano seguinte, reiterou o número. Não esclareceu que os 30 mil referiam-se aos civis iraquianos cuja morte havia aparecido nos diários. O número real era muito maior, como ele bem sabia, porque a maioria das mortes não se publica, e bem sabia também que entre as vítimas havia muitos velhos e crianças.
Chips
Segundo o professor aposentado
Essa foi a única informação proporcionada pelo governo dos Estados Unidos sobre a prática do tiro ao alvo contra os civis iraquianos. O país invasor só faz contas, detalhadas, dos seus soldados caídos. Os demais são inimigos, ou danos colaterais que não merecem ser contados. E, em todo caso, conta-los poderia ser perigoso: essa montanha de cadáveres poderia causar má impressão.
E uma verdade (Pobre do Mexico por estar tão perto deles..)
Bush vivia seus primeiros tempos na presidência quando, em 27 de julho do ano 2001, perguntou aos seus compatriotas:
“Podem vocês imaginar um país que não fosse capaz de cultivar alimentos suficientes para alimentar a sua população? Seria uma nação exposta a pressões internacionais. Seria uma nação vulnerável. E por isso, quando falamos da agricultura americana, na realidade falamos de uma questão de segurança nacional”.
Dessa vez, o presidente não mentiu. Ele estava a defender os fabulosos subsídios que protegem o campo do seu país. “Agricultura americana” significava e significa “Agricultura dos Estados Unidos”.
Contudo, é o México, outro país americano, o que melhor ilustra os seus acertados conceitos. Desde que firmou o tratado de livre comércio com os Estados Unidos, o México já não cultiva alimentos suficientes para as necessidades da sua população, é uma nação exposta a pressões internacionais e é uma nação vulnerável, cuja segurança nacional corre grave perigo:
atualmente o México compra aos Estados Unidos 10 bilhões de dólares de alimentos que poderia produzir;
La controversia
os subsídios protecionista tornam impossível a competição;
por esse andar, daqui a pouco a tortillas mexicanas continuarão a ser mexicanas pelas bocas que as comem, mas não pelo milho que as faz, importado, subsidiado e transgénico;
o tratado havia prometido prosperidade comercial, mas a carne humana, camponeses arruinados que emigram, é o principal produto mexicano de exportação.
Há países que sabem defender-se. São poucos. Por isso são ricos. Há outros países treinados para trabalhar para a sua própria perdição. São quase todos os demais.
natural ausência de pensamento
Por quê?
–
“Se você não concordar, não posso me desculpar…”
pela sinistra “laotra”, sempre!
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imunes à corrupção da linguagem?
Quem?
lelex – submidialogia
PASSA A GRANA PORRA!!!
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