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Archive for October, 2005
O MEDO DO GOLEIRO DIANTE DO PÊNALTI
P O L A V R A N A F E D E R A L
E M P H O T O N O V E L L A
fotos: João Debs
POLAVRA na FEDERAL
fotos: João Debs
Agora andantes e allegros em Campinas
Foto: João Debs
(cont.) Alegoria digna de nota…
“Esse programa de computador faz parte do projeto
Harpia, que vai integrar e sistematizar as bases de dados da Receita….”
Do Aurélio:
harpia (pí) [Do grego hárpya, pelo latim harpya] S. f. 1. Monstro fabuloso, com rosto de mulher e corpo de abutre: “Aquele, que gigante inda no berço/ Se mostrava às nações, no berço mesmo/ E já cadáver de cruéis harpias/ De malfazejas fúrias”. (José Bonifácio, Poesias, p. 160) 2. Pessoa ávida, que vive de extorsões. 3 Bras. Ave falconiforme, da família dos acipitrídeos, do México, América Central e região cisandina até o Norte da Argentina, um dos maiores gaviões brasileiros.

Vida Privada – Escritos Públicos
Cartaz de propaganda aliada da WWI alertando sobre o perigo do lado-de-lá do Reno.
“Dinossauro” da Receita vai caçar sonegador
Folha de S. Paulo, 16/10/2005
Por FÁTIMA FERNANDES, CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL
O T-Rex, um supercomputador montado nos Estados Unidos que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, desenvolvido por engenheiros do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e da Unicamp e batizado com o nome da ave de rapina mais poderosa do país, são as mais novas armas da Receita Federal do Brasil para combater a sonegação fiscal e elevar a arrecadação. E os primeiros alvos já estão definidos: empresas brasileiras que importam e exportam.
A partir de janeiro de 2006, a Receita coloca em operação um equipamento capaz de cruzar informações -com rapidez e precisão- de um número de contribuintes equivalente ao do Brasil, dos EUA e da Alemanha juntos.
O projeto de aquisição e instalação do T-Rex, fabricado pela IBM e que pesa aproximadamente uma tonelada, levou seis meses. Está instalado no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), em São Paulo, desde o último dia 12 de setembro.
O novo software, em desenvolvimento desde fevereiro deste ano por pesquisadores dos dois centros paulistas de tecnologia, vai permitir que, a partir de uma técnica de inteligência artificial (combinação e análise de informações de contribuintes), sejam identificadas as operações de baixo e alto riscos para o fisco -isto é, se há ou não indícios de fraude.
Esse programa de computador faz parte do projeto Harpia, que vai integrar e sistematizar as bases de dados da Receita, além de receber informações de outras fontes, como secretarias estaduais da Fazenda, e de investigações já realizadas, como a CPI do Banestado.
Informação em segundos
“Com esse computador e software, a Receita terá uma análise do contribuinte em segundos. Processos de empresas que levam até um ano para ser analisados poderão ser concluídos em uma semana”, afirma Paulo Ricardo de Souza Cardoso, secretário-adjunto da Receita, responsável pela área de fiscalização, tecnologia e administração tributária.
Na primeira fase, o supercomputador e o novo software cuidarão da área aduaneira. O setor de comércio externo foi escolhido por causa do aumento dos negócios entre o Brasil e o exterior, do peso das exportações e das importações na economia e do grande número de fraudes envolvendo o comércio internacional.
“O Brasil utiliza automação desde 1996 nas exportações e desde 1997 nas importações para inspecionar as operações. Mas a Receita entende ser imprescindível agregar mecanismos de análise de riscos a esse modelo. Pode-se dizer que, em oito anos, a rotina automática de seleção não sofria alteração substancial, permanecendo baseada na natureza da operação registrada -e não no nível de risco identificado. Agora, vamos nos antecipar a qualquer tipo de fraude que venha a ocorrer.”
Carlos Henrique Costa Ribeiro, chefe do Departamento de Teoria da Computação do ITA, que coordena uma equipe de 20 técnicos que trabalham na elaboração do software, diz que a novidade do sistema é a capacidade que ele terá de aprender com o “comportamento” dos contribuintes para detectar irregularidades.
“A partir de informações de várias fontes, o sistema vai analisar os relacionamentos das empresas, tanto com pessoas físicas (como um advogado) como com jurídicas. Terá condição de identificar se o contribuinte negocia com “laranjas” ou empresas “fantasmas’”, afirma o pesquisador do ITA.

O novo banco de dados da Receita vai armazenar informações sobre as empresas e seus negócios, como tributos recolhidos por ela e seus sócios, exportações e importações realizadas, ocorrências de falhas nas operações de compra e venda no mercado externo e até se há envolvimento com atividades ilícitas, como contrabando de armas e narcotráfico. Esses dados vão compor um histórico de cada contribuinte.
Cardoso informa que todo o arsenal tecnológico será utilizado para combater diversos crimes -lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, contrabando de armas e uso de “fantasmas” para importar ou exportar.
“É preciso ter um controle estrito sobre os fluxos cambiais. As infrações, como lavagem de dinheiro, acabam funcionando como uma espécie de incentivo a atividades criminosas, devendo ser rigorosamente combatidas.”
A Receita quer evitar, segundo Cardoso, que as empresas tragam dinheiro “sujo” para a economia, com operações super ou subfaturadas no mercado externo.
Casos como o da exportação fictícia de açúcar e de derivados de soja, que causaram rombo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, como revelou a Folha, e o da Daslu, maior loja de artigos de luxo do país, suspeita de subfaturar importações, poderiam ser detectados por esse novo sistema, segundo a Folha apurou com técnicos da Receita em São Paulo.
Novos alvos
A Receita já faz cruzamento de dados, mas ainda não dispunha de um serviço “inteligente” de análise de risco de cada contribuinte. Em uma segunda etapa do projeto, a nova tecnologia será estendida a todas as pessoas físicas e jurídicas -e não só às que operam no comércio internacional.
Serão analisadas as informações sobre a capacidade econômica das pessoas -rendimento, movimentação financeira, gastos com cartão de crédito e aquisição de bens, como imóveis, carros, aeronaves e barcos- e das empresas. Essa análise não será isolada em um determinado ano fiscal -vai considerar o histórico de informações de cada contribuinte.
“Dessa forma, será possível acompanhar de perto setores que apresentam problemas, como bebidas, cigarros e combustíveis [considerados campeões de sonegação]. Se a carga tributária de um determinado setor não for compatível com a arrecadação estimada, será possível identificar quais empresas estão com “desvio de conduta”. E a fiscalização, nesse caso, será acionada”, afirma o secretário-adjunto da Receita.
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Montadora demite 11 funcionários no ABC por fotos pornográficas em PCs
da Folha Online
A DaimlerChrysler (antiga Mercedes) demitiu na semana passada 11 funcionários da unidade de São Bernardo do Campo (SP) por terem em seus computadores fotos ou vídeos pornográficos.
Segundo Tarcísio Secoli, da comissão de fábrica, a empresa já tinha comunicado aos funcionários que não permitiria esse tipo de prática e decidiu punir há cerca de 10 dias aqueles que colocaram as imagens em sua intranet.
Os 11 funcionários não foram demitidos por justa causa. Eles foram identificados porque as imagens estavam na rede da empresa e porque cada um tinha uma senha diferente para acessar essa rede.
Secoli também afirmou que a DaimlerChrysler já marcou para novembro um novo rastreamento de imagens pornográficas, desta vez não na rede mas em todos os computadores pessoais. “Espero que quem tenha algum tipo de conteúdo desse tipo em seu computador já tenha entendido que é hora de deletar.”
Segundo Secoli, a comissão de fábrica deve conversar com executivos da empresa amanhã para tentar reverter as demissões. “Não compactuamos com esse tipo de prática. Todo mundo sabe que não pode, mas faz. Agora a também empresa foi muito dura com alguns desses funcionários”, afirmou.
A DaimlerChrysler tem em sua fábrica em São Bernardo cerca de 11.500 funcionários. A empresa nunca tinha demitido ninguém por esse motivo, segundo o sindicato.
No Brasil, não há leis que regulamentem com profundidade o direito da empresa de monitorar o conteúdo digital armazenado em programas de e-mails ou microcomputadores de funcionários por empresas.
Neste ano, em caso parecido, a Primeira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho, a instância final da Justiça trabalhista brasileira) reconheceu o direito do empregador de obter provas com o rastreamento do e-mail de trabalho do empregado para demiti-lo com justa causa.
O procedimento foi adotado pelo HSBC Seguros Brasil S.A. depois de tomar conhecimento da utilização, por um funcionário de Brasília, do correio eletrônico corporativo para envio de fotos de mulheres nuas aos colegas.
O empregado demitido, entretanto, decidiu recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal, a instância máxima da Justiça brasileira) e ainda tem chances de reverter a decisão.

Fulltário
Soneto
Cristo morreu há mil e tantos anos;
Foi descido da cruz, logo enterrado:
Mas até aqui de pedir não têm cessado
Para o sepulcro dele os franciscanos.
Tornou Cristo a surgir entre os humanos,
Subiu da terra aos céus, lá está sentado,
E ainda à saúde dele sepultado,
Bebem (o saco o paga) estes maganos.
E cuida quem lhes dá a sua esmola,
Que eles a gastam em função tão pia?
Quanto vos enganais; oh gente tola!
O altar mor com dois cotos se alumia;
E o frade com a puta que o consola,
Gasta de noite o que lhe dais de dia.
(Filinto Elísio)
Jornada da “Estrela” II: A Ira de Khan


Macacos me mordam!

Quadros de chimpanzé arrecadam R$ 61 mil em leilão
Três pinturas abstratas feitas por um chimpanzé foram vendidas por mais de 14 mil libras (cerca de R$ 61 mil). As obras de Congo, o chimpanzé, tornaram-se mais valiosas do que a de pintores importantes do século 20 como Andy Warhol e Jake e Dinos Chapman.
Congo é o primeiro chimpanzé a ter seus trabalhos vendidos em leilão, pela casa Bonhams, em Londres.
As obras foram pintadas em 1957, quando o chimpanzé tinha apenas três anos. Especialistas acreditavam que as obras seriam vendidas por cerca de 800 libras (R$ 3,6 mil) cada uma. Mas as vendas superaram as expectativas.
“Não é apenas um chimpanzé. É o Congo. Se você possui um Congo, é como você possuir um Picasso ou um Miró”, disse Howard Rutkowski, diretor de arte moderna e impressionista da Bonhams.
O leilão dos Congos foi extenso e a casa obteve preços até 17 vezes superiores ao esperado. As obras foram arrematadas por Howard Kong, um consultor de telecomunicações da Califórnia.
O americano afirmou que estava preparado para pagar duas vezes mais.
“Dizem que o que nos torna humanos é a nossa habilidade de expressar uma idéia a partir de conceitos abstratos. O trabalho de Congo põe essa teoria por água abaixo. O trabalho dele é puro Kandinsky em sua fase inicial”, diz Kong.

História
O chimpanzé artista, que morreu em 1964, vítima de tuberculose, já havia tido os seus minutos de fama nos anos 50. Suas obras fizeram parte de uma exposição sobre arte de chimpanzés, e Picasso e Miró estariam entre os pintores célebres que possuíam alguns de seus quadros.
Estimulado pelo zoólogo e artista Desmond Morris, o chimpanzé Congo produziu um total de 400 desenhos e pinturas no fim dos anos 50.
O objetivo de Morris era “entender a capacidade dos chimpanzés de criar ordem e simetria e explorar o ímpeto por trás do desejo humano de ser artisticamente criativo”, segundo a casa de leilões Bonhams.
“Eu honestamente duvido que a arte dos chimpanzés tenha sido leiloada anteriormente”, disse Rutkowsi.
Fonte: BBCBrasil.com
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A melhor frase do artigo é “o trabalho dele é puro Kandinsky em sua fase inicial”…
Stadtplanung in Curitiba

Geographische Situation der Stadt Curitiba
Die Stadt Curitiba, mit vollem Namen “Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus de Pinhais“, liegt im Bundesstaat Paraná, dem nördlichsten der drei zum Süden Brasiliens gerechneten Staaten. Etwas unterhalb des 25. Breitengrades südlicher Breite gelegen, befindet sie sich auf der ersten Hochebene nach dem Gebirgszug der “Serra do Mar”, die sich an der Ostküste Brasiliens entlangzieht. Das Stadtgebiet wird von vielen Flüssen durchzogen, von denen einige auch in demselben entspringen. Durch die Höhe von ca. 960 m über dem Meeresspiegel wird das subtropische Klima auf eine Jahresdurchschnittstemperatur von 17 Grad Celsius gemildert, wobei in der kalten Jahreszeit von Zeit zu Zeit Frost auftreten kann. Im Stadtgebiet leben ca. 1’600’000 Einwohner, zusammen mit den umliegenden Agglomerationsgemeinden ergibt sich eine Population von über zwei Millionen.
Zusammen mit den Grossstadtregionen um São Paulo und Rio de Janeiro kann Curitiba zum “industriellen Motor Brasiliens” gerechnet werden. Ebenso wie diese bekannten Megalopolen war Curitiba während der industriellen Revolution Ziel grosser Siedlerströme, die der Stadt in diesem Jahrhundert erschreckende Wachstumsquoten und damit fast unkontrollierbar wachsende Stadtrandsiedlungen bescherte.
Geschichte der Stadtentwicklung und -planung bis 1965 (Menezes 1996)
Die ersten Siedlungen von Einwanderern, die mit der intensiven Suche und Ausbeutung von Bodenschätzen wie Gold und Mineralien in Verbindung standen, entwickelten sich am Anfang des 17. Jahrhunderts auf dem Gebiet der heutigen Stadt Curitiba, das damals von Eingeborenen der Stämme Tupi-Guarani und Jê bewohnt war. Im Abschwung des Goldzyklus fingen die Bewohner an, eine agrarische Subsistenzwirtschaft aufzubauen. Nachdem die Siedlung im Jahr 1693 offiziell registriert wurde, erlangte sie als strategischer Punkt von Viehtransporten aus dem Süden zur Versorgung von Bergbaugesellschaften etwa in Minas Gerais im 18. Jahrhundert eine neue Bedeutung, indem sie eine Möglichkeit für die Überwinterung der Herden bot.
Im Jahr 1842, als sich die Funktion der Stadt von einem strategischen Punkt auf den Viehtransportwegen zu einem strategischen Punkt des Mate-Teehandels wandelte, wurde ihr dann offiziell das Stadtrecht verliehen. Die Favorisierung der Stadt ergab sich aus der Lage an den zwei wichtigen Bergstrassen, die Curitiba und das Innere des Staates mit der Küste verbanden. Wenig später, im Jahr 1853, wurde die Provinz São Paulo geteilt und Curitiba wurde mit damals etwa 6000 Einwohnern zur Hauptstadt der neugegründeten Provinz Paraná. Um den neuen Anforderungen an eine Hauptstadt gerecht zu werden, wurde ein französischer Stadtplaner namens Taulois verpflichtet, um neue Anlagen zu erstellen. Daraus resultierte ein erster Plan für Curitiba, der “Plano Taulois“, der genau definierte rechte Winkel an den Strassenkreuzungen einführte und eine erste Vorahnung der zukünftigen Verkehrsflüsse durch die Innenstadt darstellte.
Aufgrund einer Nahrungsmittelkrise förderte die damalige Regierung der Provinz in der zweiten Hälfte des 19. Jahrhunderts konsequent die Ansiedlung von Einwanderern europäischen Ursprungs, mit dem Ziel, einen Gürtel mit landwirtschaftlichen Kolonien um die Stadt herum anzulegen, der den Versorgungsengpass überwinden würde. Die grössten Einwanderungsgruppen bildeten zuerst Deutsche, Polen und Italiener, danach Ukrainer, Franzosen, Engländer und Österreicher. Gemäss Schätzungen des Brasilianischen Instituts für Geographie und Statistik (IBGE) zählte die Stadt im Jahr 1900 schon um die 50’000 Einwohner.
In dieser Zeit diversifizierte sich der Landbau gemäss der unterschiedlichen Herkunft der Einwanderer und es bildeten sich Kleinindustrien, die sich zu einer lokalen unternehmerischen Elite transformierte, deren Credo harte und hingebungsvolle Arbeit war. Innerhalb der Einwanderungsgruppen, die sich in bestimmten Vierteln um das Stadtzentrum herum niedergelassen hatten, gab es starken ethnischen Zusammenhalt.
Als Reaktion auf zwei Epidemien in den Jahren 1889 und 1891, die viele Todesopfer gefordert hatten, wurden erste Wasserversorgungs- und Abwassernetze installiert, mit Zugtieren betriebene Strassenbahnen gab es ab 1887. Der 1885 angelegte, zentral gelegene Stadtpark “Passeio Publico” war für brasilianische Verhältnisse ein sehr fortschrittliches Element im Stadtbild.
Obwohl die wichtigsten ökonomischen Interessen sich in der ersten Häfte des 20. Jahrhunderts primär auf das Land richteten, die Städte hingegen mehr als strategische Basis für die Autoritäten und kommerzialen Eliten dienten, gab es starke Bestrebungen, die Stadt zu verschönern und zu “hygienisieren”. Der Bodenpreis wurde als Selektionsstrategie verwendet, um Bordelle, Spielsalons und Pensionen aus dem zentralen Bereich fernzuhalten. “Trunkenbolde, Kranke, Bettler, Einwanderer, Gammler und Prostituierte [...] störten und bedrohten die Elite von Curitiba. Für die Erhaltung der politischen Ordnung wurden diese ‘vom Weg abgekommenen’ mit Gewalt in die Vorstädte entfernt” (Shaaf und Gouvêa, 1991, S. 74, zitiert in Menezes, 1996, S. 62f.). Eine urbane Politik im engeren Sinne gab es nicht.
Der erste wirkliche Stadtentwicklungsplan “Plano Agache” ist nach dem französischen Urbanisten Donat Alfred Agache benannt, der durch seine stadtplanerischen Arbeiten, vor allem die Erschaffung der australischen Hauptstadt Canberra 1903, grosses internationales Ansehen genoss. 1940 hatte Curitiba eine Bevölkerung von ca. 141’000 Einwohnern erreicht. Durch die annähernde Verdoppelung der Bevölkerungszahl seit 1920 und die äusserst knappen, durch eine Wirtschaftskrise limitierten Mittel hatte sich die Infrastruktur, die seit 1911 auch elektrische Trambahnen und seit 1928 Omnibuslinien umfasste, drastisch verschlechtert.
Der Plan bestand aus einem Plan der Avenidas, aus der Einrichtung verschiedener funktionaler Zentren, einem Reglement für öffentliche Arbeiten und Zonierung sowie aus der Regelung von Freiräumen und deren Verteilung. Die funktionale Zonierung wurde als Heilmittel für die Stadt angesehen, die als Organismus wahrgenommen wurde. Dabei wurden explizit die Funktionen Wohnen, Verkehr, Erholung und Arbeiten etabliert. Die Massnahmen erstreckten sich auf drei Hauptaspekte, die für die Lösung der Probleme als wesentlich angesehen wurden:
Sanierung: Drainage von Sümpfen, Kanalisation von Flüssen und Regenwasserabflüssen, Wasserversorgungsnetz
Entstauung des Verkehrs: Stadtverkehr, externe Zufahrtsstrassen, Verteilung der Produktion
Funktionale Organe: Zentralisierung der Gebäude der Staatsregierung (Centro Cívico), “Ausstrahlungszentren” des kommerziellen und sozialen Lebens, Militärzentrum, Sportzentrum, Versorgung (Mercado Municipal), Erziehung (Centro Politécnico), Industrie
Der Plan für die Hauptverkehrsachsen basierte auf einer ringförmigen Gliederung des Raumes, wobei die 4 Ringe durch grosse Strassen definiert wurden und gleichzeitig eine soziale Klassierung der entsprechenden Bewohner mit Gefälle nach aussen bedeuteten. Die Grundidee hinter dem Plan war also eine zentrale Versorgung und eine Ausrichtung der Stadt auf das Zentrum (Rabinovitch, 1993).
Submidialogia em Campinas
programação
Dia I :: 27 de outubro, quinta feira
12h00 – Quiosque Ciclo Básico
recepção, credenciamento e atividade de RE:Conhecimento
Chegue, diga alô, pegue seu mapa, seu kit de sobrevivência na Academia, almoçe e descanse da chegada!
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15:00hs – Teatro de Arena e Rádio Muda
cachaça e apresentação da conferência
Aproveita-se o momento para a apresentação dos grupos e pessoas e conversações entre os participantes. a idéia é de reconhecimento mútuo e uma aproximação antes do início dos painéis. Aproveite os vales-cachaça que ganharam no cadastramento para provar uma dose da legítima aguardente de alambique. Mas não se esqueça: beba com moderação! Hora feliz com som, transmissão e cervejinha. Discotecagem de Cláudio Manoel e DJ Helder (a confirmar)
Paulo Lara – Submidia
Paul Keller – Waag
Monica Narula – Sarai
Ricardo Ruiz – IP: / /
Hernani Dimantas – Metareciclagem
20 minutos para cada um falar. Tente falar menos e curtir mais.
Paulo Lara bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
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17h00 – Casa do Lago
abertura da mostra-lab
A mostra-lab é um espaço que conta com equipamento de projeção e som que ficará à disposição para apresentação dos trabalhos de pessoas e grupos convidados à conferência. É o melhor espaço-tempo para mostrar seu trabalho antigo, ou, o que é melhor, apresentar futuros projetos e conseguir parcerias para os mesmos. Leve DVD, CD com apresentação, laptop… aproveite para conhecer um pouco do trabalho e dos projetos dos outros participantes.
Cris Scabello bedéu
Lucas Bambozzi bedéu
+ som
conversa
subradio/glaubicos * oInusitado * tainã * media sana
* Pedro Peixoto * Cláudio Manoel * Dinho K2 * Tchuna
+ TRAGA E FAÇA SEU SOM!
+ videos
conversa
contratv.net * Estudio Livre * pirex
Rogério Borovik * Daniel Lima *
+ TRAGA E FAÇA SEU VÍDEO!
+ arte em geral conversa
Metareciclagem * A revolução não será televisionada * Orquestra Organismo * Matema
mimoSa * Gisele Beighelman * Lucas Bambozzi * Daniel Seda
+ TRAGA E FAÇA SUA GAMBIARRA!
(+)
A Qualquer Momento!!!
Mais uma vez, perante a sociedade machista global, as mulheres tomam o espaço da forma possível. Por não possuírem um horário fixo na programação, elas se infiltrarão e tomarão alguma mesa ou espaço de relance. Cuidado! As palestras, o restaurante, o dormitório, a rádio… tudos os terrenos são um alvo em potencial
g2g
bater um papo e pensar mais sobre colaborações, atividades e ações possíveis na área de gênero e tecnologia
pauta – retomar algumas conversas que já começamos, falar e atinarmos sobre quem está fazendo-propondo-pensando o quê, e finalmente, o mais importante, decidir o que vamos FAZER!
Tori Holmes
Toya
Fernanda Weiden
Giselle Biguelman
Tatiana Wells
Luciana Fleischman
Tati G
Quem mais?
Aonde?
(+)
Dia II :: 28 de outubro, sexta feira
10h02 Encontrar-se na sala do ciclo básico CB01 para partir
visita tainã + almoço
Expresso 411 bedéis
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14h07 Sala do Ciclo Básico CB01
teoria, cadê?
Aonde vai a teoria que perpassa as idéias e ações, qual o papel das idéias no período tecnofóbico e de especialismos ? Trata-se, com efeito, de uma questão premente, visto que existe, de fato, uma aparente dissociação entre prática e teoria, como se a “gente que faz” não tivesse tempo, interesse ou inclinação para pensar e a “gente que pensa” simplesmente não conhecesse a realidade prática daquilo sobre o que pensa. Mas seria mesmo o caso de opor os dois grupos de pessoas, como se o Submidialogia fosse colocar a prática de uns em contato com a teoria dos outros? Será que não existe, na própria teoria, uma prática ainda pouco percebida, e na prática, uma teoria que merece mais atenção?
Tati Wells – IP:/ / moderadora
Paulo José Lara – Submídia moderador
Pedro Ferreira – Subrádio – CTeMe
Dalton Martins – Metarecicagem
Renato Ortiz – UNICAMP
André Parente – UFRJ
Giselle Beighelman – PUC/SP
Mauro Almeida – UNICAMP
10 minutos para cada um expor seus pontos. 30 minutos de perguntas e respostas
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15h33
cachaça
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15h46 Sala do Ciclo Básico CB01
quando meus amigos se tornaram .gov – problemas e soluções:
Após a explosão da dita bolha da internet, muitos teóricos buscaram quais seriam os novos rumos da internet. No Brasil, terra de samba, pandeiro e desigualdade, a passagem da falência das empresas extrangeiras às novas tendências da sociedade compartilhada na prática é um fenômeno com menos de três anos de existência. Em um curto período de tempo, dezenas de iniciativas e centenas de pessoas que participavam de movimentos de comunicação independente, mídia tática, software livre e movimentos de base foram, direta ou indiretamente, incorporados nas agendas e contratos governamentais. Qual o motivo dessa rápida incorporação? Como direcionar tais ações em um governo como o brasileiro? quais as consequências? E como o governo tem lidado com os projetos e ideologias dos envolvidos com as pesquisas e implantações? Qual a atual situação de projetos como o da TV Digital e GESAC (Ministério das Telecomunicações) e Pontos de Cultura (Ministério da Cultura)
Pablo Ortellado – USP – CMI moderador
Ricardo Ruiz – Cultura Digital/Min C moderador
Takashi Tomei – CPq D
Cláudia Schmidt – CPq D
Antônio Albuquerque – sociólogo ex-GESAC
Elaine Silva – GESAC
Thiago Novaes – Min C
Cláudio Prado – Cultura Digital/Min C – Pontos de Cultura
30 minutos para gesac, 30 minutos para CPq D, 30 minutos para Pontos de Cultura. Sobra quase 1 hora e meia para discussões
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18h11 – IFCH
jantar na cantina + som
Bate papo sobre leis e repressão, com petiscos, cerveja, som…
Armando Coelho Neto – Polícia Federal
Vishwas – Alternative Law Forum
Caio Mariano – RE: Combo
conclusão certa: deixe as leis e repressões de lado e venha ser ilegal no:
Media [umatic] Sana não é possível
dj x (cineaudioclubismo com transmissãonocanal3)
André Bodinho bedéu
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Dia III :: 29 de outubro, sábado
09h09 Sala do Ciclo Básico CB01
oxalá shiva!
Como é possível operacionalizar e quais os caminhos a serem percorridos em um plano de colaboração entre os países do sul? E seriam só os países do sul?
Mônica Narula – Sarai
Fernado Henrique – xsl4v3
Bia – Metareciclagem
15 minutinhos pra cada um, no máximo… o resto do tempo de conversinha
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10h06 Sala do Ciclo Básico CB01
O balanço das redes:
Debate centrado na criação, manutenção e desenvolvimento de redes colaborativas e abertas por parte de grupos e comunidades socias. As questões técnicas, teóricas e políticas levantadas a fim de estabelecer uma discussão permanente e contínua sobre novas formas de atuação sócio-cultural
Felipe Fonseca – metareciclagem moderador
Rhatto – radiolivre.org moderador
Rafael Juba Diniz – Sub>mídia
Dalton Martins – metareciclagem
Toya – CMI
Patrícia Canetti – canal contemporâneo
José Balbino – Casa da Alegria
20 minutos para cada um expor seus pontos, 1h40 de perguntas ávidas
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12h28
Almoço
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14h32 Sala do Ciclo Básico CB01
populações diferentes e tecnologias similares:
Como a cultura – práxis diversa e única – se situa perante a unidade dos mecanismos e formas de transmissão de conteúdo? Brasil significa práticas e vidas diferentes e modos -improvisos de sobreviver. As tecnologias proporcionam o quê, potencializam o quê e atrofiam o quê, quando relacionadas a culturas específicas e como trabalhar com isso?
Alejandra Ana Rotaina – Comissão Nacional de ética em pesquisas do CNS
Arnaldo – GTA Grupo de Trabalho Amazônico
TC – Casa de Cultura Tainã
Atiely e Marcinha – Joinha Filmes
Orlando Lopes – Associação Salvamar
Tori Holmes – openknowledge
Dinho K2 – Enraizados / Mhhob
Fabianne Borges – Catadores de Histórias
Chico Caminati – suBRádio moderador
15 minutos para cada um expor problemas e 40 min de confusão geral
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16h56
cachaça
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17h10 Sala do Ciclo Básico CB01
Licenças, propriedade, patentes e repressão – copyleft, cc e conhecimento aberto:
A criação de mecanismos tecnológicos de informação re:volve completamente a visão clássica sobre propriedades e direitos. Os fundamentos práticos e teóricos tendem a caminhar com as movimentações que a sociedade dinamiza. Quais são as novidades em relação a estas novas formas de entender e encarar o conhecimento e a propriedade espiritual. Como se relaciona o autor, artista, produtor, conhecedor etc. em confronto com potencialidades de alteração das relações de produção e recepção existentes até hoje?
Paulo Lara – Submidia moderador
Thiago Novaes – Submídia moderador
Glerm – OrganismoBR
Caio Mariano – KFC Advogados
Bernardo Ferreira – BNegão
Fernanda Weiden – Debian
De-Leve – Quinto Andar
Rubens Queiróz – UNICAMP
Volker Grassmuck – Wizards of OS/Alemanha
Dr. Gorila – Sabotagem
10 min para cada um se expressar e uma hora para impressões de todos
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19h58
cachaça
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Jantar na Borda de Ouro
Como preparação para a noite que desponta, nada melhor que uma gorda pizza na tradicional taberna do chorinho, mpb e metal. Com clima aconchegante, decoração semi-rústica e aparência de germinado quintal-garagem, o Borda de Ouro é, em Barão Geraldo, a sua segunda casa!
Francisco Caminati bedeu
Ricardo Ruiz bedeu
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22h00 EVENTOFESTIVO (em construção)
+ som::: SÓ DÁ MALUCO
liberte os maus espíritos nos braços do que há de melhor no xamanismo colaborativo!
Dj Paulão
Media Sana Out of Control
B Negao * DJ Castro * De Leve * Dinho k2
letícia bedéia
djahdja bedeu
pajé bedeu
(+)
Dia III :: 30 de outubro, domingo
10h37
Café da manhã sobre o dia anterior com rádio-arte
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11h48 Sala do Ciclo Básico CB01 / Casa do Lago
Tecnologia, produção local e arte. Brasil?
Não seriam as discussões sobre mídia-arte no brasil centrados em uma perspectiva urbana, focadas em um pequeno mercado cultural ditado por diretores de marketing de companias de petróleo e telecomunicações? E, acreditando que as grandes empresas movem um sistema financeiro como uma parte de um sistema geral, onde até os artistas são ocultados das reais possibilidades dos meios-subjéteis com que trabalham, como estas relações podem acontecer dentro de uma perspectiva que não repita o modelo de comunicação brasileiro, e que permita uma interconexão entre os diversos cenários artísticos-regionais do país? Incentivos fiscais? Governamentais? Acadêmicos? E quem é o artista de mídia no começo do século XXI? Quem expõe em museus? ou quem produz conteúdo local? E quem será ele em 30 anos? Stelarc? Todos? E o que a TV Digital tem a ver com isso?
Ricardo Ruiz – midiatatica.org / IP: / / moderador
Giseli Vasconcelos – midiatatica.org
Ricardo Rosas – midiatatica.org
Giselle Beighelman – PUC/SP
Chico Caminati – Sub>mídia
Graziela Kunsch – foda_se_o_pessoal_do_design
Daniel Lima – A Revolução Não Será Televisionada
Lucas Bambozzi – COBAIA
Tulio Tavares – Menossao
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13hs36
Almoço com molho de devir
Lunch with becoming-sauce
esporros, gritos e silêncios -
sem hora pra acabar…
Suruba!
Autoria: desconhecida.
Ação Andante Allegro



::segue rumo a não-cidade::
D=o Homem nú ao São Brazzzzzzzz ( Brasílio Kumon )
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Protected: miagem
Fragmentos urbanos
Águia de duas cabeças. Praça Zacarias, Curitiba. Um dos símbolos da exacerbação do poder. Representa, segundo se conta, lojas maçônicas ali concentradas.
(foto: Mathieu Bertrand Struck, outubro de 2005)
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ÁGUIA DE LAGASH
A “Águia de Duas Cabeças de Lagash” é o mais antigo brasão do Mundo:. Nenhum outro simbolo emblemático no Mundo pode rivalizar em antiguidade:. A sua origem remonta à antiquíssima Cidade de Lagash:. Era já utilizado há cerca de mil anos antes do Êxodo do Egipto, e há mais de dois mil anos quando foi construído o Templo do Rei Salomão:.
Com o passar dos tempos, passou dos Sumérios para o povo de Akkad, destes para os Hititas, dos recônditos da Ásia menor para a posse de sultões, até ser trazida pelos Cruzados aos imperadores do Oriente e Ocidente, cujos sucessores foram os Hapsburg e os Romanoff:.
Em escavações recentes, este «brasão» da Cidade de Lagash foi descoberto numa outra forma: uma águia com cabeça de leão, cujas garras se cravam nos corpos de dois leões, estes de costas voltadas:. Esta é, sem dúvida, uma variante do símbolo da Águia:.
A Cidade de Lagash situava-se na Suméria, no sul da Babilónia, entre os rios Eufrátes e Tigre, sendo perto da actual cidade de Shatra, no Iraque. Lagash possuía um calendário de doze meses lunares, um sistema de pesos e medidas, um sistema de banca e contabilidade, sendo ainda um centro de arte e literatura, para além de centro de poderes político e militar, tudo isto cinco mil anos antes de Cristo.
No ano 102 a.C., o cônsul romano Marius decretou que a Águia seria um símbolo da Roma Imperial:. Mais tarde, já como potência mundial, Roma utilizou a Águia de Duas Cabeças, uma voltada a Este e outra a Oeste, como símbolo da unidade do Império. Os imperadores do Império Romano Cristianizado continuaram a sua utilização e foi depois adoptado na Alemanha durante o período de conquista e poder imperial.
Tanto quanto sabemos, a Águia de Duas Cabeças foi primeiramente utilizada na Maçonaria em 1758, por uma facção maçónica de Paris – Os Imperadores do Oriente e Ocidente. Durante um breve período, os Imperadores Maçónicos do Oriente e Ocidente controlaram os Graus avançados então em uso, vindo a ser percussores do Rito Escocês Antigo e Aceite.
Fonte: Portal Macônico

Capa da primeira edição da peça “L’Aigle à deux têtes” (1946), de Jean Cocteau. Por sinal, virou um filmaço com Jean Marais.
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