Hackeando Catatau

_em_ flux0…)))..OrRquesTrA. OrganiSmoS~

Archive for March, 2006

880volts

Gekritzel [gə'kritsəl] n(-s;0) gatafunhos m/pl., rabiscos m/pl., garatujas f/pl.
:
: (x,y.z) -v- (x,y,z)

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The Anti Oedipus ( O Anti Édipo )


עֵץ הַדַּעַת טוֹב וָרָע

The fruit of the Tree of Knowledge of Good and Evil (Hebrew: עֵץ הַדַּעַת טוֹב וָרָע) will throw our hero to a deterritorialization field and a possibility of a life beyond Eden.
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O fruto da árvore do conhecimento levará nosso herói pelo campo da desterritorialização e possibilidade de um mundo além do Éden.
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P&B, 1 minuto, Brasil 2001 – mpg
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by Vitoriamario ( copyleft – modelo Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Creative Commons)
Creative Commons License

Direção: Rodrigo Soares e Daniel Bittencourt
Roteiro: Glerm Soares
Elenco: Adriano Peterman, Alan Raffo, Candice Di e Tuca Fanchim
Câmera: Daniel Bittencourt
Edição: Rodrigo Soares

+ sobre VITORIAMARIO
Apodrece e vira aduboQuando surgiu Vitoriamario?

Vitoriamario – O primeiro registro de vitoriamario data dos pré socráticos, alias o próprio Sócrates, foi uma brincadeira inventada por ele. Na época vitoriamario morava em uma comunidade dionísica fundada numa ilha do mar adriático que já possuia seu próprio panteão de ídolos todos chamados sócrates, uma piada interna entre eles para caçoar do folclore de seus conteranêos que há tempos havia se tornado motivo para distrair o povo grego dos despotas esclarecidos de Atenas. Por isso Sócrates não deixou escritos pois foi uma piada dos vitoriamario pré-socráticos, assim como Jesus foi um apelido para Pedro, João e outros 10. O secreto Vitoriamario hebreu verdadeiro mentor do discurso cristão que acabou deturpado em Roma. Vitoriamario é um apelido elitizado, uma espécie de seita secreta racionalista que tem sobrevevido há gerações. Resolvi adotar sua alcunha em homenagem ao Vitoriamario que lutou na Guerra do Contestado aqui em meu território, se bem que ele era mais um cancioneiro do que um soldado… Já pelo viés da arqueologia o primeiro vestígio de vitoriamário foi encontrado por um nativo no Morro do Sabão (Ilha do Mel-PR) em 1805, na rocha dizeres em língua nativa e desenhos eróticos de grandes sacanagens tribais. Muitas pessoas acham que o morro seja amaldiçoado pela fúria de Vitoriamario, devido ao alto índice de acidentes ocorridos por lá. Mais recentes são as apresentações multi-sensoriais que um grupo de artistas nômades realizam a pelo menos 12 anos, usando desde instrumentos eletroacústicos tradicionais, como captadores com bobinas enroladas ao viés, Banjolin (espécie de violão aspirador de pó), ventiladores gigantes, aceleradores de particulas sonoras, dodecaedros e mutilações… Bem, tem muita coisa sobre ele em meu site, mais não é motivo para reverências, ele está morto e hoje Vitoriamario sou eu… ou você, o que importa?
leia mais aqui..

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Videos Vitoriamario no youtube

fiz uma página pessoal no youtube. Dê uma olhada nos videos vitoriamario por lá.
Mão na roda pra subir uns videos este site. E fuçando você acha umas coisas massa. Subam videos seus lá e colem aqui no blog…

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Loteria Nacional

National Lottery – video do mestre e amigo Marcelo Borges.

homenagem a canalhada que orbita a bolha da ilusao de liberdade ,e que se alimenta da sujeira que so a ode ao voto obrigatorio acumula.

Acesse a Página do Marcelo Borges no you tube e conheça um acervo único da filmografia do rock independente de Curitiba, além dos clássicos curtas e videoinstalações do figura.

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Na Casa da Claudete

Casa da Claudete (para Claudete Pereira Jorge, Octávio Camargo, Luiz Felipe Leprevost e todos que frequentam a casa da Claudete)

na casa da Claudete
os cristos são descrucificados.
religiões são formadas,
reformadas e destruídas.
legiões e batalhões de idéias
são postas em sentido em versos
conservados em vodka.

na casa da Claudete
o marxismo também é tomado com coca-cola
o stalinismo cuspido pra fora da janela
e homero lido a marteladas
de mais ou menos 5.000 palavras.

na casa da Claudete
o incrível Hulk é um adorável covarde
o jantar é a luz de velas pela falta de pagamento
os mestres são amigos do peito
que carinhosamente
mandamos para aquele lugar.

na casa da Claudete
um uno mil pára no meio do caminho
e à pé buscamos o combustível
num posto da rua de baixo.
lá não se cala a boca, se fala mais alto.
lá, adormecer é um ato de revolta.
é uma pausa para a volta triunfal.

“aliás, a casa dela
definitivamente não é a minha”
foi o que eu pensei
a última vez que adormeci
num dos cantos
da casa da Claudete.

alexandre frança

quer mais? entre no blog Blues Curitibano e confira as novidades.

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A dança dos vampiros

angela-guadagnin
Clique na imagem para ver o vídeo de Ângela Guadagnin (PT-SP) comemorando a absolvição, pelo plenário da Câmara, de João Magno (PT-MG) das acusações de recebimento de mensalão.

dep.angelaguadagnin@camara.gov.br

porcada2

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Ce n’est pas une photographie

 Redskynight
ce n’est pas une photographie
Photo: Redskynight
Some rights reserved

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Matema

Gostaria de saber o que vocês que passam por aqui acham disso:

http://www.organismo.art.br/matema/

quem não conhece baixe as músicas e navegue os textos.

qual o ângulo do ricochete?…
é uma das coisas que mais estou certo que “fiz o que queria fazer do jeito que era pra ser feito”, no entanto acho que teve pouca continuidade. Por que?

{ Ceci n’est pas [ (Der Weltseele) aqui agora ] Am I YoU? }

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Cabines

cabines-mathieu
Cabines
(Rua XV, Curitiba, Brasil)
Photo: Mathieu Bertrand Struck
Creative Commons License

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E depois do Futurismo Italiano…

berlusconi-maquiavel

berlusconi-guevara

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O Futurismo Italiano (Carta de GRAMSCI a TROTSKY)

Eis aqui as respostas às perguntas que você me fez sobre o futurismo italiano: O movimento futurista, na Itália, perdeu, completamente, seus traços característicos, depois da guerra. Marinetti dedica-se muito pouco com o movimento. Casou-se e prefere consagrar sua energia à esposa. Monarquistas, comunistas, republicanos e fascistas participam, atualmente, do movimento futurista. Em Milão, onde, recentemente, se fundou um semanário político, Il Principe, que formula, ou procura formular, as teorias desenvolvidas por Maquiavel para a Itália do século XV, a saber: Só um monarca absoluto, um novo César Bórgia, colocando-se à frente dos grupos rivais, pode encerrar a luta, que divide os partidos locais e leva a nação ao caos. Dois futuristas, Bruno Corra e Enrico Settimelli, dirigem o órgão. Marinetti colabora hoje nesse periódico, embora tivesse sido preso por causa de violento discurso contra o rei, que pronunciou em 1920, durante manifestação patriótica, em Roma. Os principais porta-vozes do futurismo de antes da guerra tornaram-se fascistas, à exceção de Giovanni Papini, que se converteu ao catolicismo e escreveu uma história do Cristo. Os futuristas, durante a guerra, foram os mais tenazes partidários da “luta até a vitória final” e do imperialismo. Só um fascista, Aldo Palazzeschi, declarou-se contra a guerra. Rompeu com o movimento e terminou emudecendo como escritor, embora fosse dos mais inteligentes. Marinetti publicou um manifesto para demonstrar que a guerra – sempre, aliás, exaltada por ele – constituía o único remédio higiênico para o universo. Tomou parte no conflito como capitão de um batalhão de carros blindados, aos quais teceu um hino entusiasta no seu último livro, A Alcova de Aço. Escreveu também uma brochura intitulada Fora do Comunismo, na qual desenvolve suas doutrinas políticas – se se pode qualificar de doutrina as fantasias desse homem – que são por vezes espirituosas e sempre estranhas. A seção de Turim do Proletkult, antes da minha partida da Itália, pediu a Marinetti que explicasse, na abertura de uma exposição de quadros futuristas, o sentido do movimento aos operários. Ele aceitou, voluntariamente, o convite. Visitou a exposição com os operários e declarou-se satisfeito com o fato de demonstrarem mais sensibilidade que os burgueses no que concerne à arte futurista. O futurismo, antes da guerra, era muito popular entre os operários. A revista L’Acerbo tinha uma tiragem que atingia a 20.000 exemplares, dos quais quatro quintos circulavam entre operários. Quando de numerosas manifestações de arte futurista, nos teatros das maiores cidades italianas, os operários defendiam os futuristas contra os jovens – semiaristocratas e burgueses – que os atacavam. O grupo futurista de Marinetti não existe mais. Um certo Mario Dessi, um homem sem o menor valor, tanto como intelectual quanto como organizador, agora dirige o seu antigo órgão, Poesia. No Sul, notadamente na Sicília, apareceram muitas folhas futuristas nas quais Marinetti escreve artigos; publicam-nas estudantes que encobrem com o futurismo a sua ignorância da gramática italiana. Os pintores compõem o grupo mais importante entre os futuristas. Há, em Roma, uma exposição permanente de pintura futurista, organizada por um certo Antonio Giulio Bragaglia, fotógrafo falido, produtor de cinema e empresário. O mais conhecido dos pintores futuristas é Giorgio Balla. D’Annunzio, publicamente, nunca tomou posição em relação ao futurismo. Deve-se dizer que o futurismo, na sua origem, manifestava-se, expressamente, contra d’Annunzio. Um dos primeiros livros de Marinetti intitulava-se Les Dieux s’en vont, d’Annunzio reste(1). Ainda que durante a guerra os programas políticos de Marinetti e de d’Annunzio coincidissem em todos os pontos, os futuristas permaneceram anti-d’Annunzio. Eles, praticamente, não mostraram nenhum interesse pelo movimento de Fiúme, embora mais tarde participassem das manifestações.

Pode-se dizer que, depois da conclusão da paz, o movimento futurista perdeu completamente o seu caráter e dissolveu-se em diversas correntes, formadas no transcurso da guerra e em conseqüência dela. Os jovens intelectuais são quase todos reacionários. Os operários, que viram no futurismo elementos de luta contra a velha cultura acadêmica italiana, ossificada e estranha ao povo, hoje devem combater de armas na mão por sua liberdade e demonstram pouco interesse pelas velhas querelas. Nas grandes cidades industriais, o programa do Proletkult, que visa a despertar o espírito criador do operário para a literatura e a arte, absorve a energia daqueles que ainda têm tempo e desejo de ocupar-se com tais questões.

8 de setembro de 1922

António Gramsci

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Homero na Bibioteca Pública do Paraná

Claudete Pereira Jorge – canto I – 21 e 22 de março, às 21h

“Febo, a tais preces, arco e aljava cruza,
Do vértice do céu baixa iracundo;
Vem semelhante à noite, e a cada passo
Tinem-lhe ao ombro as frechas. Ante a frota
Suspenso, a farpa do carcás descaixa,
Terrível o arco argênteo estala e zune:
Moles primeiramente a cães e mulos,
Depois com vira acerba ataca os homens,
De cadáveres sempre a arder fogueiras.
As tropas dias nove asseteadas,
Ao décimo as convida e ajunta Aquiles;
Inspiração da bracenívea Juno,
Que seus Dânaos morrer cuidosa via.”

Richard Rebello – canto XVI – 23 e 24 de março, às 21h

“Cinge o Menécio deslumbrante saio;
Com prata afivelando, as finas grevas
Ajusta às pernas; estrelada e vária
Aos peitos liga a do veloz Pelides
Érea couraça; o claviargênteo gládio
Pendura; o grã pavês, sólido ombreia;
Põe à forte cabeça o casco insigne,
De nutante penacho e horrente crista;
Válidas lanças a seu pulso adapta,
Que a do Eácida exímio, por disforme,
Argeu nenhum, só ele, manejava:”

Arte – Solda / fotos – Chico Camargo

“Cercam no e vozeiam como em curral na primavera moscas de alvos tarros de leite em roda zumbem”

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Brandon should see this

reciclador-china
Photo by caro…
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Para nadie es un secreto que China es un país con “considerable” contaminación. Aún así, es también un país donde se recicla muuuuucho (yo no soy de términos estadisticos como podrán ver)…y todo ese reciclaje no lo hace la gente en sus casas, sino señores como este, que van por la calle arrastrando una carreta, recogiendo botellas de plástico, cartones, bolsas y demás, que luego venden a las plantas de reciclaje. Para mi, este señor es un héroe.
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It´s not a secret that China has got pollution problems. However, this is a country where a lot of recycling gets done. But unlike other countries, all that recycling is not done by the people at home, but by men like this one, that go around the cities, collecting plastic bottles, cardboard boxes, bags and anything the could sell to the Recycling Plants. In my opinion, this man is a hero“.

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Uncertainty Principle

uncertainty-principle

Uncertainty Principle

Photo: Mathieu Bertrand Struck
Creative Commons License

The more precisely the position is determined, the less precisely the momentum is known in this instant, and vice versa“.
(Werner Heisenberg, Uncertainty Paper, 1927)

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Porque bloga?

aaaaaaaaaaaaaaaaeoorkoerkoerkeorkeorkeorkerkeorkeorkeorkeorkeorkoa
fgaga
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opkfkfokpfgopfopgfopfkdopkopfopfgopksdfopkpok
dfspkgdtpogsdfpv,dfosv,sdfov,osdfv,so,os,fsdokgofdksdfopfkoooofok
gfkopdfokpsfkopgfkopdfkopdfklçsdfkfklçfdflçflf
kopgkldflfmopmkopgfmopgfmopgfmopgfmopmopgfmopgfgfgf,gf
kopsdfkopdfkopgflfmloçmlllgfkopfkf´pklgfkgfkpppplçgfmlçgfmlçgfkoegtoekr
gfopgfopppfkkkkkkkkkkffdgfogfpkokkgfpadfasdfkfkfkgfkf

gfkpffffkgfopadflkfalpgfkopfoopkkkasdasdgfgf

CORTE O BRAÇO DO SEU IRMÃO GEMÊO E COLE NO SEU SOVACO!!!!!!!!!!!!!

Ryan and Dave are the most unique identical twins you’ll ever meet. After tiring of piercing, tattoos, and implants about three years ago, they began exploring much heavier surgical modifications. Dave had spent two and a half years in pre-med at Queens University in Kingston, and using contacts made both there and online he and his twin brother have changed themselves in ways far beyond anything anyone else has ever attempted

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Alocação dinâmica de memória

Esta página é um pequeno resumo sobre alocação dinâmica de memória, ou seja, alocação que ocorre durante a execução de um programa.
Malloc e free

A função malloc (abreviatura de memory allocation) da biblioteca padrão aloca um bloco de bytes consecutivos na memória do computador e devolve o endereço desse bloco. Eis um exemplo bobo que recebe um caracter e imprime o caracter seguinte da tabela ISO 8859-1:

char *ptr;
ptr = malloc (1);
scanf (“%c”, ptr);
printf (“%c\n”, *ptr + 1); /* não confunda com *(ptr+1) */
free (ptr);

Eis outro exemplo bobo, que calcula a soma de dois números:

int *ptr;
int x;
ptr = malloc (sizeof (int));
scanf (“%d %d”, ptr, &x);
*ptr = *ptr + x;
printf (“%d\n”, *ptr);
free (ptr);

A expressão sizeof (int) dá o número de bytes de um int. No meu computador, esse número é 4.

A função malloc devolve um ponteiro “genérico” — ou seja, do tipo void * — para um bloco de bytes consecutivos. No exemplo acima, esse ponteiro é automaticamente convertido em ponteiro-para-int uma vez que a variável ptr é do tipo int *.

A função free libera a porção de memória alocada por malloc. O comando free (ptr) avisa o sistema de que o bloco de bytes apontado por ptr está livre. A próxima chamada de malloc poderá tomar posse desses bytes.

As funções malloc e free estão na biblioteca stdlib. Portanto, diga

#include

no início de qualquer programa que use malloc e free.
A memória não é infinita

Se a memória do computador já estiver toda ocupada, malloc não consegue alocar mais espaço e devolve NULL. Convém verificar essa possibilidade antes de prosseguir:

ptr = malloc (sizeof (int));
if (ptr == NULL) {
printf (“Socorro! malloc devolveu NULL!\n”);
exit (EXIT_FAILURE);
}

A codificação freqüente e repetida desse teste é cansativa para o programador e desvia a atenção do leitor. Por isso, vamos usar a seguinte versão alternativa de malloc:

void *mallocX (unsigned int nbytes)
{
void *ptr;
ptr = malloc (nbytes);
if (ptr == NULL) {
printf (“Socorro! malloc devolveu NULL!\n”);
exit (EXIT_FAILURE);
}
return ptr;
}

A função mallocX não está em nenhuma biblioteca e é desconhecida fora dessas notas de aula. Ela é apenas uma abreviatura conveniente.
Exemplo

Eis como um vetor (= array) com n elementos inteiros pode ser alocado durante a execução de um programa (a propósito, veja observação sobre vetores e endereços em outra página):

int *v;
int n, i;

scanf (“%d”, &n);
v = mallocX (n * sizeof (int));
for (i = 0; i < n; i += 1)
scanf ("%d", &v[i]);
for (i = 0; i < n; i += 1)
printf ("%d ", v[i]);
free (v);

Do ponto de vista conceitual (mas apenas desse ponto de vista) o comando

v = mallocX (100 * sizeof (int));

tem o mesmo efeito que

int v[100];

A propósito, convém lembrar que o padrão ANSI não permite escrever "int v[n]", a menos que n seja uma constante, definida por um #define.

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