Hackeando Catatau

_em_ flux0…)))..OrRquesTrA. OrganiSmoS~

Archive for July, 2008

Movimento de Zeros

0*#00*#00*#05*6*717,218,32,600761176
21893276*0891,**1,224,449*981,002,309,88,1111,0
60,410,*1,160*,*#00*#01,,1,,,,,,,,,

01 sabem como é falar
02 preferem não falar
16 formações do corpo, para o corpo,
32 permitem associação
64 esquecida em razão da solução
128 a 127 da variação além aquém
127 do produto sentido e palavra
123 delta endo recorde subsistematique
122 polimento de zeros:
121K a prudência
=============================
divide que soluçava;porque sofria de exatidão.
de grito engolido; de tédio eufórico que reconhece, lo sabes.
e manda dizer que não está:
que a queda por encostar e gravar
valebodepelasoga genocidaamáfiaaindústriadaepifania

.?:!
==============================
123 grafos comparativos
122 dados combinados resultando
121 (101011101-me)
120 garfos de contato, e algo
110 na água em função
da 220 leitura da aferição – brilhante movimento
440 circular
880 energia compatível

(Verschleirdrede ou Como Entrar com a Voz pela Porta Paralela do Micro):

+—> +(Voice < Accumulator)
|
+5Volts | 100UF bypass
o———-+———————–+———————-|(—–GND
| | | diode
| | 4.7K +–|<– 2.2K—Most Sig Bit
4.7K | | |
| e—- | —–+ (DAC) +–|<– 4.3K—Next Most Sig
+—-+—-bQpnp | | |
| | c | | +—-+–|<– 9.1K—–
| 10K |___ | | | |
c | | | | +–+ +–|<– 18K —–
npn Qb—+—-+ 1K | | | | |
+——-e | | | | c | c +–|<– 36K —–
| | | | c npnQb-*-bQnpn |
\—-(+)——+ 2.2K 100UF +-bQnpn e e +–|<– 75K —–
|Loudspeaker | | | | e | | |
|as Microphone| | | 10K | 100ohm 100ohm +–|<– 150K —
/—-(-)——+ Ground | | | | |
| Ground Ground +–|<– 300K— Least Sig Bit
Ground

029 terra circular
30 a aspas entendeu por quantidade
29 a reconstrução do passado visual
27 função identidade
28 na área inativa matriz pleonástica 31
outono de corpos em relação
29 em pensamento induzido
28 para não ver até a espera disso
29 minuto-rua
33 um silêncio onde a tosse possa germinar
45 (sincope-segundos) fora daqui

(aqui desenho de um LP preferido-contracapa)

ou 78 restrições seriam outras
antes de 0,618
se é possível esquecer
e há gosto em esquecer

algo isola.
eu isolei?:

um algarismo por dentro.

2)
[fugi para o dentista tomar um café com cracóvia pela trilha do sonho do raio ao contrário só que dessa vez sem chuva. dessa vez com circo. é lógico que não circo na hora do sonho. e o tempo sempre hora errada eu quero dizer o local do sonho conta uma história passada entre ter chovido e ainda não sol uma colônia de férias para idosos ou alguém que me neutralizasse: espero aqui fora. desculpe o equilíbrio nunca ouviu falar da estrutura irregular poligonal que se formou enquanto estive fora com as peças encaixadas à força e faltando. mas e se fora lucida. fique se olhando no espelho no escuro.]

posted by lucida sans in 818,HAckeandO CATATAU and have Comment (1)

ESGOTADO

Escolha de palavras. Recorte de máscaras. Organização de material. Deriva pelas ruas. Observação de lugares. Identificação de locais. Marcação com tinta. Debandagem.

posted by lucio in "arte",818,HAckeandO CATATAU,anarquia,apodrece e vira adubo,ação urbana,poéticas experimentais da voz and have Comments (2)

Ao preço da fé

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era uma vez um homus hard diskus

guardo agora em minhas rugas!

território

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Buracos no jardim

Como sem a mínima condição de definir – o som que soa, % de um símbolo que significa, sem fugir. Estes fazem o que fazem, quase dejetos em impuras escavações. Síntese de tesouros escondidos pelas mãos dos que pretendiam (ou preferiam) guardar as sobras. Degenerar e regenerar, magneto de pólos sombrios, frios como geada congelada. Faltam algumas palavras pra por na risca o x da questão: agora não tem mais volta. Se novamente perguntassem o porque de tanta obsessão. Que perseguição. Ei, diga lá! Faz deduzir como causa um escrito – só falta agora achar o bilhete – como a agulha do palheiro. Frame enterrado, um palito de fósforo talvez, enferrujado até o pó como faísca que ilumina estas criaturas. Se fosse jogo serviria como pino de boliche, se fosse o tempo seria o foi. Banda garagaica: inúmeros bombardinos e abstrações, figas da mãe, já grisalhas das luas cheias, tantas e tantas voltas pelo tonto lugar – bóias pra imaginação. O vento toca uma música, faz voar todas as anotações, cérebro obtuso, catatônico de tanta cisma. Mal da vida.

Guerreira da noite vai e volta sem se perder, sem se encontrar – “mesmo assim o labirinto é longo e escuro” disseram. Grito: sussuro na curva da prostração com o rabo em meio a cova, sinuca de bico, vai e volta pra santa hora do veneno, três vezes ao dia ou mais – amolação pelo troco da feira, moeda perdida, amuleto da mais desgraça. Sem meios pra se retratar, eis mais um acorde dissonante, dessa vez na ponta do quebra galho, puro cacoete passado pela aflição do só pra variar. Simples como cartilha, onde o que falha leva a culpa de brinde, decoreba desse mal estar: um suspiro pregado pelas marteladas rítmicas, truculentos cruzamentos nessa afiada música. O caráter anda mal das pernas, pode crer, engarrafado no meio do oceano, nadando contra a corrente pelo ensejo de se perder perder perder – triângulo amoroso, tríplice aliança – sangrado e mofanado – corpo éter sem dó nem beira. Acorda cedo e esvai trabalhar. Necrotério e saliva do fundo da garganta, em voz alta e bom tom: VAI DE TORTA LINHA RETA!

Icone inédito, mal falado e embolorado.

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